15 Corretoras Sugerem Ações para Junho - Direto do Portal da Exame !

8 de Junho de 2008 @ 00:31 por Smarrito

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Não deixe de assistir ao programa desta semana da 1ª Web TV do Investidor Pessoa Física.

Com a tendência de alta nos juros, papéis das empresas de varejo perdem espaço nas carteiras sugeridas; Vale e Petrobras mantêm liderança nas recomendações.

O aumento da inflação já está provocando mudanças nas estratégias de investimento das corretoras. O varejo, que até agora era visto como um dos setores de maior potencial na Bolsa, está deixando de fazer parte da lista dos preferidos dos analistas. Aos poucos, as instituições estão substituindo os papéis do setor por outros, temerosas dos efeitos que a provável alta nos juros pode causar.

A Planner, por exemplo, retirou de sua carteira a ação do Pão de Açúcar. Já a SLW, além do Pão de Açúcar, cortou também Lojas Renner, enquanto o Unibanco e o HSBC eliminaram o papel da B2W. Em relatório, o HSBC afirma que “por ser altamente dependente do crédito, o setor de varejo poderá ser afetado com a menor expansão e maior custo do crédito. Desta forma, a estratégia para o mês corrente será a de priorizar os setores com menor exposição ao crédito e, também, ao consumo interno, em especial para bens de consumo duráveis”. Por isso, a unit do Unibanco também foi excluída da lista de indicações para compra.

Nesta quarta-feira (4/6), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu subir em 0,5 ponto percentual a taxa básica de juros (Selic), que passou de 11,75% para 12,25% ao ano. Essa foi a segunda alta consecutiva, após um período de três anos sem elevação da taxa.

Os indicadores de inflação mostraram que o reajuste promovido pelo Copom em abril não foi suficiente para frear a alta dos preços. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de referência para a meta de inflação do ano, registra em 12 meses alta de 5,04% - acima da meta de 4,5% fixada pelo governo para 2008.

Vale e Petrobras:

Se por um lado a disparada da inflação derruba as projeções do varejo, por outro, mantém em alta as expectativas para os papéis de Vale do Rio Doce e Petrobras. As duas companhias são as mais recomendadas pelas corretoras, fazendo parte de praticamente todas as carteiras sugeridas.

O preço do petróleo acima de 120 dólares o barril - o maior patamar já registrado na história -, e as recentes descobertas de campos de extração colocam a Petrobras em situação confortável. Nos cinco primeiros meses de 2008, os papéis da companhia subiram 10%, e as corretoras projetam mais uma alta de até 35% para as ações até o final do ano.

Para os papéis da Vale as estimativas também são otimistas. No ano, as ações acumulam alta um pouco menor, de 8%, mas as previsões apontam potencial de valorização de até 47% em 2008. O reajuste nos preços do minério de ferro deve começar a aparecer nos resultados do segundo trimestre e, pelo menos por enquanto, não há sinais de arrefecimento na demanda.

Para maiores informações, leiam na íntegra a reportagem clicando aqui.

Bons Investimentos e um BOM BRASIL para TODOS.

Desfazendo Mais uma Lenda Urbana

2 de Junho de 2008 @ 15:29 por Smarrito

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Não deixe de assistir ao programa desta semana da 1ª Web TV do investidor e veja porque, apesar de tudo, ainda é o momento para começar a investir na Bolsa.

Segundo a “sabedoria popular”, todos os investimentos estão perdendo para a inflação desde o início do ano.

Será?

É verdade que o noticiário está cheio de notícias sobre a volta do monstro da inflação e sobre a disparada das taxas de juros. Ora, taxa de juros alta = renda fixa atrativa, não é?

Não é.

Basta olhar a rentabilidade das aplicações financeiras acumulada desde janeiro de 2008 para perceber que Selic, CDI, CDB, Poupança, Fundos DI, Fundos Renda Fixa, Dólar, descontados do IGPM (acumulado em 4,74%), estão rodando no vermelho. Já o ÍNDICE BOVESPA apresenta um ganho líquido de 8,48%!

Tabela - Tabela

Clique na tabela para ampliar:

Lembre-se: Bolsa e ações são investimentos de longo prazo. Não perca isso de vista e sempre sairá ganhando.

Bons Investimentos e um Bom Brasil para TODOS.

Um mau presságio !!!

20 de Março de 2008 @ 11:18 por Smarrito

Um mau presságio. Foi assim que a ata do Fed divulgada ontem foi percebida por muitos investidores que aplicam em mercados emergentes, após uma análise mais minuciosa do documento.

O Federal Reserve fez, na prática, um MANIFESTO sobre as pressões inflacionárias provocadas pela elevação nos preços das commodities que ajudariam ainda mais no processo de recessão da economia norte-americana, pregando a necessidade de uma forte desvalorização das commodities, e conseqüentemente das empresas que as produzem. O resultado só podia ser um, o mau desempenho do mercado acionário desses países emergentes, principalmente daqueles dependentes das exportações de commodities, como é o caso do Brasil.

Para que vocês possam entender, o Brasil é um dos maiores produtores de commodities do mundo e um dos países mais dependentes das exportações destes produtos, sendo, portanto, extremamente dependente das importações de China e EUA, países para os quais destinamos mais de 50% das nossas exportações.

Ou seja, uma recessão dos EUA levaria sem dúvida à diminuição das importações dos produtos brasileiros e principalmente das commodities que dependem necessariamente de uma economia mundial em franco crescimento para continuarem nos altos patamares de preços que se encontram atualmente.

Em conseqüência deste cenário, o índice da bolsa brasileira que depende e muito dos desempenhos de seus dois principais papéis, Vale e Petro, produtoras de commodities, DERRETERAM NO DIA DE ONTEM, dia 19 de março, obtendo desvalorizações de 7,3% e de 6,7%, respectivamente. Com isso, o Ibovespa não resistiu e fechou em sua segunda maior queda do ano, com uma desvalorização de 5,01%.

Uma frase marcou meu dia de ontem e me deixou com certeza, muito ressabiado. Segundo Francisco Pessoa Faria, economista da consultoria sobre mercado financeiro LCA, “o ponto de virada nas expectativas brasileiras seria uma queda muito forte das commodities”. Caso isso realmente aconteça, mesmo com o mercado interno brasileiro aquecido os impactos dessa possível desvalorização para a bolsa brasileira pode ser CATASTRÓFICA.

Se a situação econômica dos EUA continuar na direção de uma forte recessão, os fundamentos da economia brasileira seriam deixados de lado e a crise se instalaria também no Brasil, que até o momento vem atuando, até de certo modo, descolado dos mercados americano e europeu.

Portanto, volto a repetir, é bom ficarmos de olhos bem abertos às atitudes do Fed, pois somente ações rígidas e de efeitos claros salvarão os EUA e consequentemente o Brasil de um mergulho na CRISE. Somente os EUA poderão nos deixar continuar neste caminho longe da crise.

Ótimos investimentos e um BOM Brasil para TODOS!!!

Primeiro a tormenta, depois a CALMARIA

19 de Março de 2008 @ 11:21 por Smarrito

Depois da tormenta sempre vem à calmaria. Esse ditado popular pode resumir exatamente as oscilações de curto prazo do mercado financeiro.

Após dois dias seguidos com notícias que SACUDIRAM os mercados, a calma parece ter se restabelecido. A impressão é que os investidores estão esperando apenas que BOAS notícias voltem ao cenário, para retornarem a concentrar investimentos nos mercados acionários.

Isso ficou bem visível no dia de hoje, 18 de março, quando o informe de resultados dos lucros trimestrais do Goldman Sachs e do Lehman Brothers apresentaram uma queda de mais de 50% em relação aos resultados apurados do mesmo período do ano passado, mas que FORAM BEM ACIMA DO ESPERADO PELO MERCADO.

Os analistas esperavam que o Goldman repassasse quase que US$ 2,58 dólares de lucro por ação, mas o resultado realmente surpreendeu e o banco que obteve um lucro de US$ 1,51 bilhão pagou US$ 3,23 dólares por ação.

Os resultados do primeiro trimestre fiscal do Lehman Brothers e, principalmente, do Goldman Sachs já eram esperados pelos mercados e, mesmo diante das reduções, foram vistos de forma otimista, o que levou as Bolsas do mundo inteiro a fecharem com resultados positivos, recuperando parte das perdas dos últimos dias.

Apesar da volta do otimismo aos mercados, a principal notícia do dia saiu às 15:15, pelo horário de Brasília, quando o Fed ( Federal Reserve, o banco central norte americano), anunciou a redução em 0,75 pontos percentuais na taxa básica de juros no país.

A notícia deveria animar muito os investidores, mas escaldados pelas más notícias veiculadas nos últimos 3 dias, essa atitude do Fed não apenas não surpreendeu o mercado como deixou muitos investidores ressabiados, porque quase que 25% dos analistas já apostavam em uma queda ainda mais acentuada, de 1 ponto.

Tanto que, mesmo diante do fechamento com fortes altas no mercado europeu, os índices norte-americanos (Dow Jone, Nasdaq e S&P 500) e o Ibovespa andaram de lado durante o dia todo, apenas mantendo as altas obtidas no início do pregão.

Mesmo assim, esta sexta corte consecutiva na taxa básica de juros americana, na tentativa de evitar uma recessão nos EUA, animou as bolsas brasileira e americana que no final de seus pregões, conseguiram se reestabelecer e fecharam o dia com ganhos acima dos 3%.

Veja no quadro a seguir a evolução na taxa básica de juros americana.

Fed - Fed

Fonte: Folha On Line

Com esta atitude o Fed parece estar novamente assumindo o controle e desta forma os investidores estão voltando aos poucos para o mercado acionário, principalmente devido aos preços baixos encontrados.

Mas, como sempre, vale a pena ficar atento aos movimentos do Federal Reserve para movimentar o mercado e se diante destas ações os mercados reagirem bem, o otimismo voltará à cena e o Brasil com certeza terá grandes possibilidades de ser o destino de investimentos estrangeiros.

As oscilações devem continuar ainda por algum tempo, por isso lembre-se que bom senso e frieza devem sempre estar presentes em seus investimentos em Bolsa.

Ótimos investimentos e um BOM Brasil para todos !!!

As más notícias continuam e a crise se aprofundando

18 de Março de 2008 @ 16:01 por Smarrito

O dia 17/03 nem bem tinha começado e os investidores já especulavam intensamente em cima de notícias veiculadas ainda no final de semana. Ninguém sabia como AGIR diante da notícia de compra do Bear Stearns pelo JP Morgan por um PREÇO IRRISÓRIO.

Esta notícia tanto pode ser vista como DEVASTADORA, como também a ÚNICA atitude para evitar UM COLAPSO GENERALISADO do setor financeiro. Mas estas duas possibilidades levam a uma ÚNICA conclusão: uma falência do BEAR STEARN, o 5º maior banco de investimentos do EUA e que negocia derivativos com diversos bancos pelo mundo, levaria a uma ESPÉCIE DE APOCALIPSE do mercado financeiro GLOBAL, dado que seus parceiros poderiam ter grandes perdas e consequentemente diminuiriam a LIQUIDEZ DOS EMPRÉSTIMOS, quase que paralisando o SISTEMA FINANCEIRO DO MUNDO INTEIRO.

A falta de liquidez proporcionada pela carência de apetite a riscos, vem tomando cada vez mais a frente no mercado financeiro, tanto que novamente o Fed tomou iniciativas para elevar a liquidez no mercado e melhorar a capacidade dos agentes de fornecer financiamentos, principalmente nos mercados de securitização (mercado no qual as empresas negociam o direito de receber a vista o dinheiro que tem a receber no futuro de seus clientes). – A importância desse mercado de securitização é ENORME nos EUA, pois é esta ferramenta que financiam diversos tipos de empreendimentos e investimentos no mercado norte-americano, ou seja, que fazem à economia se movimentar e CRESCER.

Portanto, as verdadeiras dúvidas do mercado são: “Existe um algum novo Bear Stearns no mercado?” “Os bancos de investimento começarão a quebrar em efeito cascata?” “Qual será o próximo banco a quebrar?”.

Se não bastasse os temores com a crise que assola o setor financeiro americano, a indústria americana se uniu a este cenário de crise e anunciou uma queda de 0,5 por cento em fevereiro. Sacramentando assim, a maior queda mensal deste índice desde outubro o que oferece ainda mais suporte à idéia de que os EUA já estão em recessão acentuada.

Diante destes fatos, o diretor geral do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, afirmou que a CRISE VAI DURAR MUITO TEMPO E PODERÁ TRAZER GRAVES CONSEQUENCIAS À ECONOMIA MUNDIAL. Consolidando estas más notícias de ontem, as Bolsas pelo mundo inteiro fecharam em quedas SIGNIFICATIVAS e a Bolsa de São Paulo, como não poderia ser diferente, terminou o dia com queda de -3,19%.

Mas o que devemos ficar atentos e estudar com muita firmeza é em saber quão expostos a esta crise estão países emergentes, como Brasil, Rússia, Índia e China e qual o impacto sofrido por eles. Face ao momento econômico do Brasil, eu prefiro acreditar nas palavras do Diretor de Política monetária do Banco Central, Mário Mesquita, que em um discurso feito no dia de ontem declarou que “a crise externa é significativa, mas neste momento o Brasil tem condições econômicas para enfrentar o período”.

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E você, não concorda com o diretor do Banco Central do Brasil? Se ainda tem alguma dúvida, não deixe de assistir ao programa desta semana da 1ª Web TV do investidor e veja porque, apesar de tudo, ainda é o momento para começar a investir na Bolsa.

Bons investimentos e um Ótimo Brasil para TODOS !!

Chegou finalmente a Sexta-Feira que sucedeu a Quinta-Feira 13…

15 de Março de 2008 @ 09:59 por Smarrito

Parecia que a abertura do mercado desta última sexta feira, dia 14, seria mais um daqueles dias tranqüilos a espera do resultado da reunião do Fed, que acontecerá na próxima terça-feira dia 18.

As expectativas dos gestores de fundos americanos apostavam numa queda de mais de 0,5%. Mas diante das péssimas notícias do dia 13, a chamada quinta feira 13, praticamente 100% deles passaram a apostar numa queda ainda maior, que chegaria a 0,75 ponto percentual, assim derrubando a taxa básica de juros americana para 2,25% ao ano. Se lembrarmos que a 6 meses atrás, esta mesma taxa era mais que o dobro deste valor, os problemas parecem vir ainda mais a tona.

Animada com os resultados positivos nas vendas de varejo brasileira que cresceram em todos os setores, e com a notícia de queda na inflação dos EUA que ajudaria numa baixa ainda maior na taxa básica de juros americana, a bolsa de valores de São Paulo abriu com forte valorização e apenas 14 minutos após sua abertura o Ibovespa já subia 1,09%.

Ouvi de um investidor, “O CPI (índice de inflação norte-americano) foi um alívio e a abertura do mercado esta dada, agora é esperar o desenrolar do dia”. A insegurança deste investidor não poderia ter acontecido em melhor hora, isso porque nem 1h depois da abertura do índice, o Ibovespa reverteu sua tendência inicial e passou a operar em baixa.

Já as 10:55 o índice cedia -0,46% e esta tendência perdurou até o final do dia, no qual o Ibovespa fechou em baixa destes mesmo 0,46%. Mas é importante ressaltar aqui que a oscilação do índice foi muito maior e chegou na mínima do dia a -2,52%.

Mais uma vez os problemas que tomaram conta do cenário, foram os mesmos do dia anterior, com o CEO do banco Bear Stearns agora garantindo que a liquidez do maior banco de investimento dos EUA havia se deteriorado significativamente. Diante disso as ações do banco que fecharam o dia anterior com forte queda chegaram a cair mais de 42%.

Entretanto, não pretendo hoje fazer muitas delongas sobre as notícias que movimentaram os mercados acionários nesta última sexta feira. Isso porque apenas um assunto chamou minha atenção de forma significativa, e que corrobora ainda mais tudo que venho falando sobre o MELHOR MOMENTO ECONOMICO DA HISTÓRIA DO BRASIL.

Trata-se de matéria especial publicada no jornal THE GARDIAN, que é um dos jornais mais respeitados na Inglaterra. Segundo o jornal britânico “O BRASIL SE TORNOU ATOR ECONÔMICO DE PESO NO CENÁRIO MUNDUAL”. .

Vejam na íntegra a matéria publicada pela BBC Brasil, fazendo comentários sobre a matéria do “The Gardian”:

No caderno intitulado “Terra de Contrastes”, o jornal faz uma análise dos setores de economia, agricultura, energia, saúde e cultura, além de um perfil do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da cidade de São Paulo, que chama de “a cidade do futuro”.

Segundo o “The Guardian”, quando se pensa “na exuberância brasileira”, a primeira coisa que vem à mente, dificilmente, será a economia, já que o Brasil “é a terra do carnaval”.

“Mas visualize isso: um país em que o fluxo de investimentos atingiu níveis recordes, onde a exportação de tudo, desde soja a bio-combustíveis, está aumentando e onde a renda dos ricos e pobres está crescendo e impulsionando um boom de crescimento.”

A reportagem afirma que o Brasil “parece ter entrado em uma nova fase de expansão sustentável que poderia, finalmente, destrancar o vasto potencial do país”.

Segundo o jornal, os números vão “de bons a espetaculares: 1,4 milhão de empregos criados todos os anos; mais de US$ 100 bilhões em reservas (que excedem a dívida externa e tornam o Brasil credor internacional); 4,7% de inflação, o que é ‘manso’ pelos padrões brasileiros; 4% de crescimento econômico, e uma ligeira aproximação na diferença com a China. Ah, e no ano passado o mercado de ações cresceu em 60%“.

Segundo analistas ouvidos pelo “Guardian”, o crescimento é equilibrado e o país estaria menos vulnerável hoje.

“Analistas concordam que a forte demanda doméstica, a estabilidade financeira e exportações bem distribuídas internacionalmente oferecem alguma proteção contra o desaquecimento americano. Quando o mundo pega uma gripe, o Brasil não mais pega uma pneumonia.”

O “The Guardian” destaca que agora, além do samba e jogadores de futebol, o Brasil também exporta carros e aviões, notadamente aviões executivos e de passageiros da Embraer, mas afirma que apesar do crescimento, o país ainda enfrenta vastos problemas sociais e ambientais.

“Há um lado escuro do crescimento. Ambientalistas levantam o alarme de que o cultivo de cana e soja estão empurrando o rebanho de gado para o norte, na Amazônia, acelerando o desmatamento. As condições dos trabalhadores de algumas dessas plantações já foram comparadas à escravidão.”

“O crescimento ainda provocou gargalos de infra-estrutura horrendos. Os engarrafamentos em São Paulo pioram a cada mês, os portos não conseguem acompanhar o ritmo do volume de navios e as viagens aéreas freqüentemente se tornam caóticas.”

De acordo com políticos entrevistados pelo jornal, estes seriam problemas normais do processo de amadurecimento do país.
O “The Guardian” ainda destaca a desigualdade entre ricos e pobres e a violência nas favelas: “A guerra de gangues e a brutalidade policial permanecem enraizadas aqui, bem como a extrema desigualdade. Algumas favelas, com sua legião de crianças de rua e barracos de madeira e plástico, poderiam passar pelas regiões mais empobrecidas da África subsaariana. Exceto pelo fato de que helicópteros sobrevoam a região, transportando os super-ricos para compras com hora marcada com Gucci e Jimmy Choo”.

Críticos ouvidos pelo jornal ainda dizem que o crescimento do Brasil impressiona, mas é vazio, “como um carro alegórico de Carnaval, porque se apóia em condições globais benignas e no crescimento do crédito doméstico enquanto foge à difícil tarefa de construir uma economia competitiva”.

O “The Guardian” conclui comentando que o Brasil era conhecido como o país do futuro. “O futuro ainda não chegou, mas está mais perto agora do que já esteve em várias gerações.”

Se algum de vocês leitores ainda não acreditavam que o esse é o momento para começar a aprender e a investir em ações no BRASIL, de certo agora deve ter passado a acreditar, pois até mesmo os “gringos” já estão apostando alto no Brasil. SOMOS A BOLA DA VEZ !!!! Pelo menos para os editores britânicos do The Guardian.

Não perca os vídeos da 1ª Web TV do Investidor Pessoa Física, o Investir Hoje, e veja como você pode aprender a se tornar um investidor de sucesso.

Excelentes Investimentos e um BOM BRASIL para TODOS!!!

Instabilidades e INCERTEZAS do Mercado Acionário, aprenda como conviver com elas.

14 de Março de 2008 @ 11:59 por Smarrito

Apesar de toda instabilidade que tomou conta de todas as bolsas de valores espalhadas pelo mundo, o MOMENTO para se COMEÇAR a investir em ações continua MUITO BOM.

Veja através do vídeo abaixo um excelente caminho para começar a investir em AÇÕES

Ontem, 13 de março, foi outro dia aconselhável apenas para aqueles que tem coração forte. O dia mal começou e os mercados acionários do mundo não davam trégua aos seus investidores. Logo na abertura dos negócios, a Bolsa de Nova York e a Bolsa de São Paulo já operavam com quedas de 1% e 2%, respectivamente.

Além disso, já no início do dia três noticias afetaram ainda mais o ÂNIMO dos investidores:

 O fundo Carlyle Capital anunciou que não conseguiria honrar as dívidas com seus credores, que podem chegar a US$ 16 bilhões. Um diretor do fundo resumiu assim o problema: “com esta dívida remanescente deveremos em breve entrar em falência”.
 As vendas do varejo americano caíram 0,6% em fevereiro, contrariando as previsões que apostavam numa alta de 0,1% e consolidando os temores de recessão da economia norte-americana, um quadro que produziu uma avaliação extremamente negativa dos investidores.
 Muito fundos e operadores que lidam com certas transações de longo prazo informaram não estar negociando mais com o banco de investimentos Bear Stearns, devido a rumores de que o banco encontra-se com dificuldades de caixa e tem problemas para fechar negócios com outras instituições. Tudo isso fez com que as ações deste banco chegassem a cair mais de 12% no dia.

Se eu começasse o dia com notícias tão ruins e não tivesse a consciência de que meus investimentos são sempre de longo prazo, por certo TERIA VENDIDO imediatamente minhas ações (que foi o que fizeram milhões de investidores pelo mundo), ajudando ainda mais a derrubar o índice do Ibovespa.

Mas como sei que NÃO DEVO APOSTAR em movimentos de CURTO PRAZO e também que O BRASIL VIVE O MELHOR MOMENTO ECONÔMICO DE SUA HISTÓRIA, aposto firmemente que no LONGO PRAZO poderei ter bons resultados e até recuperar eventuais prejuízos de curto prazo.

O que me faz acreditar firmemente nisso é o fato das empresas brasileiras estarem sólidas e bem preparadas como nunca estiveram antes e nem mesmo a instabilidade atual no âmbito global, que vem gerando esses altos índices de VOLATILIDADE nas bolsas do mundo, me tira a certeza de que o Brasil irá se tornar o NONO MAIOR MERCADO ACIONÁRIO DO MUNDO (veja no vídeo desta semana do Investir Hoje, como isso ocorrerá).

Como estamos vivendo um “MOMENTO DE INCERTEZAS” em relação ao tamanho da crise norte-americana, qualquer notícia vira pretexto para quedas acentuadas, ainda no caso de notícias com GRANDE IMPACTO como as notícias de ontem.

Para vocês terem uma idéia da VOLATILIDADE que grassa nas Bolsas Mundiais, acompanhe o resumo que fiz das notícias publicadas durante o dia, nos portais da Reuters, Agência Estado e InfoMoney.

Notícias veiculadas de MANHÃ (queda iminente):
 Bolsas de NY abrem em baixa com temores com crédito
 Ibovespa renova mínima e cai 3,07%, a 60.268 pontos.
 Ata: dados EUA evidenciam quadro de desaceleração
 WSJ: fundos evitam negociar com banco Bear Stearns
 Ibovespa cai mais de 3% com todas as ações em queda

Notícias veiculadas no início da TARDE (incertezas ainda dominam a cena):
 Bolsa de NY reduz queda com esperanças de fim de baixas contábeis
 S&P eleva previsão de baixa contábil com subprime para US$ 285 bi
 Alerta de quebra do fundo Carlyle derruba Bolsas de NY
 JP Morgan: 50% dos problemas com subprime estão resolvidos

Notícias veiculadas no final da TARDE (euforia volta ao mercado):
 Ibovespa vira e sobe pela 1ª vez no dia
 S&P fala em fim da crise; Bolsa de NY reverte perda e fecha em alta
 Ibovespa fecha em alta de 0,17%, apesar de queda da Petrobras

Como podemos perceber, mesmo face às incertezas que vêm dominando a cena no mercado, os investidores ainda acreditam que a crise pode ser passageira e mesmo diante da baixa credibilidade de muitas instituições financeiras, é apenas o cenário volátil que faz com que as bolsas fiquem nesse sobe e desce constante.

Tudo o que você precisa, portanto, é PULSO FIRME e coragem para enfrentar esses movimentos de curtíssimo prazo e acreditar que o ótimo momento para investir na Bolsa ainda não passou. Busque o auxílio de bons profissionais e acredite que seus investimentos poderão lhe proporcionar ótimos rendimentos de LONGO PRAZO.

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Não deixe de assistir ao vídeo desta semana – BRASIL, O MAIOR MERCADO ACIONÁRIO EMERGENTE DO MUNDO – e confira o novo conteúdo do Investir Hoje.

Bons investimentos e um ÓTIMO BRASIL para TODOS !!!.

FIQUE ATENTO aos Mercados Globais

13 de Março de 2008 @ 18:30 por Smarrito

Investidores no mundo inteiro estão assustados com as incertezas que cerceiam os mercados de capitais espalhados por todo o globo. É muito importante conhecer estes motivos, para poder analisar “friamente” todos os resultados e somente assim TOMAR UM DECISÃO !!!

Faças suas análises junto comigo, através dos comentários a seguir:

A crise do setor financeiro norte americano parece realmente disposta a abalar a credibilidade dos investimentos de risco do mercado financeiro.

Apenas um dia após a recuperação dos mercados internacionais – as bolsas de todo o mundo registraram a maior alta diária em cinco anos diante das ações do banco central dos EUA – os investimentos em ações nos Estados Unidos perderam força outra vez. Além de devolver parte dos ganhos obtidos na abertura do mercado, quando chegaram a subir 1,2%, os índices norte-americanos reverteram a alta e fecharam em quedas de -0,38% para o Dow Jones e de -0,90% para o S&P500.

Desta vez, o que amedrontou os investidores não foi somente os temores sobre a liquidez dos bancos e a conseqüente falta de apetite a riscos, mas as constantes elevações dos preços das commodities e principalmente as altíssimas cotações do barril de petróleo que atingiu o seu recorde histórico, chegando a ser negociado a acima de US$ 110,00 por barril.

Esta inflação no preço das commodities já começou a limitar o poder de compra e a lucratividade das empresas, trazendo à tona o perigo de estagflação da economia dos EUA, ou seja, uma combinação extremamente perigosa entre inflação alta e baixo crescimento.

Diante desses acontecimentos e em face dessas possibilidades, a volatilidade nos mercados financeiros continuou se espalhando pelas bolsas, mostrando mais uma vez que as incertezas tomam conta dos investidores. Ninguém ainda sabe se os problemas foram gerados realmente apenas pelo pela crise do sub-prime americano ou se a falta de crédito é um problema global. Sendo assim, todo investidor deve ficar atento às políticas de juros adotadas pelos bancos centrais mais importantes do mundo, pois na hipótese de medidas cautelosas, tomadas em função do perigo de inflação, “ficará demonstrado que a crise é algo mais palpável do que se poderia imaginar.”

Como investidor, eu começaria a tomar medidas cautelosas. Principalmente diante das declarações do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jürgen Stark. Nesta última quarta feira, ele declarou que a inflação européia está em um nível alarmante e que não está disposto a tolerar os seus efeitos secundários. Ou seja, muito provavelmente serão adotadas políticas monetárias CAUTELOSAS.

Portanto, não vejo outra saída a não ser tomar medidas de prevenção contra um possível estouro de uma crise internacional generalizada, deslocando meus investimentos para AÇÕES DE 1ª LINHA, pois nem mesmo os ótimos resultados divulgados nesta quarta feira, crescimento de 5,4% do PIB Brasileiro, foram suficientes para animar os investidores, com o Ibovespa fechando em baixa de 0,31%.

Fiquem bem atentos e VAMOS ABRIR OS OLHOS, pois apostar no longo prazo nestes momentos é CRUCIAL.

Bons investimentos e um ÓTIMO BRASIL para TODOS !!!

Mais uma ação do Fed movimenta os mercados

12 de Março de 2008 @ 19:02 por Smarrito

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Clique aqui e Assista a 1a Web TV do Investidor Pessoa Física. NÃO PERCA ! ! !

As bolsas de todo o mundo, inclusive a nossa, reagiram muito positivamente aos 200 bilhões de dólares que o Fed, o banco central americano, injetou no mercado financeiro.

Mas eu tenho que confessar a vocês minhas dúvidas, que não são pequenas, se isso representa realmente o final da crise do subprime e principalmente os seus efeitos colaterais. Afinal, os prejuízos acumulados foram de 11 trilhões de dólares!

Há outros sinais preocupantes no ar. Na semana passada, o presidente do Federal Reserve de Nova York, Tim Geither, fez declarações nas quais só faltou dizer abertamente que os EUA estavam à beira de um colapso financeiro.

Ou seja, é possível que mesmo essa forte injeção de capital não seja suficiente para eliminar a aversão a riscos que os investidores criaram com as perdas recentes. Além disso, por um lado, o Fed não poderá atuar semanalmente para conter a crise e, por outro, as constantes baixas nos juros podem provocar a inflação sem gerar o impulso desejado para a desestagnação da economia.

Portanto, apesar dos resultados obtidos ontem pelas bolsas do mundo inteiro, temos que analisar com muito cuidado qual será a reação dos investidores, ficar atentos ao tamanho do apetite deles aos risco, pois somente com a restauração da credibilidade dos mercados é que teremos o FIM DA CRISE.

Ainda bem que o Brasil parece ter atingido um certo grau de maturidade que nos permite afirmar que não deverá mais ser tão abalado com as crises internacionais, um efeito ao qual estávamos habituados. Claro que algum efeito de curto prazo será notado, mas quem acreditar e escolher o momento certo poderá colher bons frutos.

Bons Investimentos e um BOM BRASIL para TODOS !!!

A Pessoa Física Está Finalmente Dentro Da BOVESPA…

9 de Março de 2008 @ 23:30 por Smarrito

…mas ainda tem muita oportunidade para quem quiser fazer um trabalho sério no Brasil ! ! !

O video abaixo ilustra um excelente caminho de como entrar na BOVESPA

Outro dia um grande amigo meu me procurou… deixou vários recados… mas acabamos nos desencontrando. Quando finalmente nos falamos… Ele desabafou:

poxa… tenho assistido sempre os seus programas no InvestirHoje e ficado com uma belíssima água na boca…

Eu imediatamente perguntei a ele o porquê… Então e vociferou:

você fala claramente que se eu tivesse começado a poupar em ações desde 94, hoje provavelmente já seria um milionário… a verdade é que naquela época ninguém sequer falava em ações. Hoje, todo dia sai alguma coisa escrita no jornal sobre a BOVESPA, e o pior – CONTINUO NÃO SABENDO COMO FAZER PARA ENTRAR NESTA FESTA. Fui tentar no meu banco e NADA. Minha gerente sugeriu uns fundos de ações, mas lembro bem você dizendo em um dos programas ou escrevendo no blog que poderíamos entrar na BOBESPA sem pagar taxa de administração aos gestores dos fundos. Daí tentei o tal home broker. Abri uma conta numa corretora e mandei meu dinheiro pra lá. Quando abri pela 1ª vez aquela engenhoca (o tal home broker tão falado aí pelos jornais)… NOSSA! Fiquei perdidíssimo. O cara é cheio de número piscando, “compra / “venda”… ta louco. A verdade é que meu dinheiro está lá parado na tal corretora e eu não consegui ainda começar a minha poupança de longo prazo…

Esta situação apresentada acima trás uma grande oportunidade para uma instituição financeira ocupar o espaço de prestadora de serviços para investimentos em ações.

Hoje o volume médio das operações de pessoa física na BOVESPA são 224% maiores do que no mesmo período em 2007. Em 2006 eram 219.634 cadastros de pessoas físicas operando na BOVESPA. Em fevereiro de 2008 este número já chegou a aproximadamente 470 mil pessoas. O volume médio mensal comercializado pelas pessoas físicas aumentou mais de 153% de 2006 para 2007. As pessoas físicas representam hoje 25% de todo o volume mensal comercializado na BOVESPA!

NADA MAL… você que é CORRETORA passa a ter uma excelente oportunidade… oferecer a este “novo mercado” serviços de “gente grande”… e você que quer poupar para amanha, Bons Investimentos e um BOM BRASIL para TODOS !