O video abaixo ilustra um excelente caminho de como entrar na BOVESPA…
FECHAMENTO DO MÊS DE FEVEREIRO…
Após um início de ano turbulento, marcado pelo fraco desempenho do mercado acionário doméstico, o Ibovespa reverteu a tendência observada em janeiro e encerrou fevereiro como o melhor investimento do mês.
Dos 22 pregões realizados no mês, o índice encerrou seus negócios com desempenho negativo em apenas sete deles. A abrupta redução do juro básico norte-americano e a percepção de que as autoridades norte-americanas trabalhariam para mitigar os riscos ao crescimento econômico favoreceram os negócios.
No contexto de melhoras no cenário externo, associado ao quadro doméstico favorável, o Ibovespa acumulou alta de 6,72%, terminando cotado a 63.489 pontos, próximo de reverter as perdas que se acumulam em 2008.
Perdas cederam espaço para a força compradora…
Embora diversos indicadores econômicos divulgados nos Estados Unidos tenham reforçado a percepção de que a maior economia do mundo beira a recessão, o corte no juro básico norte-americano ao final de fevereiro, reforçado pela ata referente àquela reunião - que trouxe indícios de que os juros deverão permanecer em níveis reduzidos enquanto se fizer necessário - favoreceram os negócios no mês.
Internamente, declarações favoráveis de importantes agências de classificação de risco quanto à elevação da economia brasileira ao grau de investimento, associado à desaceleração da inflação registrada por diversos índices de preços, corroboraram o cenário positivo ao mercado acionário.
O mês, porém, trouxe novo recorde nos preços do petróleo. A commodity superou o patamar histórico de US$ 102,00 no mercado norte-americano, refletindo temores de redução da oferta mundial.
Destaques…
Entre os destaques no mês, os papéis preferenciais da Gerdau Metalúrgica (GOAU4) subiram 22,99%, para R$ 74,50, impulsionados por reajustes nos preços do aço e vergalhão.
Em contrapartida, no extremo negativo do Ibovespa, as ações preferenciais da GOL (GOLL4) caíram 13,75%, aos R$ 29,28, após os fracos resultados referentes ao quarto trimestre e ao acumulado de 2007, bem como perspectivas ainda pouco favoráveis em função das adversidades do setor aéreo brasileiro.
Câmbio acentuou trajetória de baixa…
Diante da melhora nos cenário externo e interno, o dólar intensificou sua tendência de queda, registrada também em janeiro, e encerrou o mês de fevereiro com desvalorização.
A moeda norte-americana, medida pela Ptax calculada pelo Banco Central, recuou 4,37%, para R$ 1,6833. Em termos reais, a perda foi de 4,88%, dado que o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de fevereiro apurou inflação de 0,53%.
O período foi caracterizado pela desaceleração da inflação frente a janeiro, que já havia mostrado arrefecimento na alta dos preços.
Renda fixa…
Os CDBs pré-fixados de 30 dias apresentaram retorno de 0,88% em termos nominais, ou retorno positivo de 0,35% em termos reais.
Já o CDI apresentou ganhos de 0,76% no mês. A evolução, descontando a inflação, foi positiva em 0,22%.
Nada mal para um mês repleto de fantasmas norte americanos.
Vamos ver o que vem por aí em março ! ! !
Bons Investimentos e um BOM Brasil para TODOS ! ! !
Incrivelmente, as Lojas Renner apresentaram bons resultados no 4o. Trimestre de 2007, mesmo nas condições adversas apresentadas pelo mercado.
A Lojas Renner divulgou seu resultado referente ao 4T07, com destaque para o ótimo desempenho operacional quando comparado com o mesmo período de 2006, apresentando aumento de 45,4% no EBITDA e 3,1 p.p. na margem EBITDA, influenciado pela dinâmica de diluição de custos fixos devido ao aumento do número de lojas e ganhos de produtividade, eficiência no controle de estoque, obtendo ganhos de escala nas expansões de negócios em período de de conturbação do padrão de consumo.
* entrada padrão de uma Loja Renner de shopping
A área de Research da Corretora Ativa apresentou as seguintes conclusões sobre a empresa:
. A receita líquida da venda de mercadorias apresentou crescimento de 18,7% YoY, passando de R$ 506,9 milhões no 4T06 para R$ 601,7 milhões no 4T07. As vendas em mesmas lojas registraram crescimento de 7,1% no mesmo período.
. O lucro bruto apresentado no 4T07 um crescimento de 20,6% em relação à igual período de 2006, atingindo R$ 278,1 milhões. A margem bruta apresentou um aumento de 0,7 p.p., atingindo 46,2% no 4T07. Tal desempenho pode ser explicado pelos ganhos de eficiência proporcionados por melhorias nos processos de compras e administração de estoques.
. As despesas com vendas registraram crescimento de 13,5% YoY no 4T07 e, em relação à receita líquida, tiveram uma redução de 0,9 p.p., devido à maior contribuição de vendas das lojas abertas ao longo de 2007, além do ganho de escala adquirido com a expansão dos negócios. As despesas G&A reduziram 0,9% YoY, totalizando R$ 53,8 milhões no 4T07.
. O EBITDA apresentou aumento de 45,3%YoY e atingiu R$ 101,5 milhões no 4T07, com a margem EBITDA atingindo 16,9% no trimestre.
. O Resultado de Serviços Financeiros somou R$ 3,9 milhões no 4T07, apresentando redução de 20,4% YoY e representando 3,8% do EBITDA, influenciado pelas provisões geradas com a promoção de Natal, pelo aumento depesas operacionais relacionadas à estruturação da área de Serviços financeiros, e também às maiores provisões para as perdas adicionais geradas com a condição em 0+8 parcelas com encargos.
* “medidor” de satisfação dos clientes Renner
Não deixem de assistir ao programa desta semana do www.investirhoje.com.br . Procurei abordar os caminhos futuros do varejo brasileiro.
Ao ler a Exame, cruzei com um artigo que dizia mais ou menos assim:
Emoção garantida - A crise americana abalou o mercado de ações e trouxe de volta a incerteza. E isso muda tudo para quem se acostumou, ao longo dos últimos anos, a ganhar sempre na bolsa ! ! !
Para boa parte dos investidores brasileiros, as primeiras semanas de 2008 reservaram emoções inéditas. Acostumados com uma bolsa de valores que subiu quase 500% nos últimos cinco anos, muitos aplicadores aprenderam a olhar o mercado financeiro como uma fonte de dinheiro fácil.
Então veio janeiro e a turbulência provocada pela crise americana mostrou que — bingo! — o horizonte nem sempre é cor-de-rosa. A Bovespa fechou o mês passado (janeiro/08) com perda de 7%, o pior mês desde maio de 2006, e, para completar, as previsões são de mais altos e baixos pelo menos até o fim do primeiro trimestre.
Para a maioria dos 300.000 investidores que estrearam na Bovespa desde 2003 chegou a hora do batismo de fogo. “A bolsa não é indicada para o torcedor, aquele sujeito que faz a aplicação e fica torcendo para a ação não cair”, diz um gestor de alocação de recursos do private do Credit Suisse Hedging-Griffo.
Um dos principais ensinamentos do investidor americano Warren Buffett, um dos três homens mais ricos do mundo, é justamente colocar o dinheiro em empresas, não em promessas de lucro rápido. “Quando o prêmio é muito alto em comparação com a aposta, deixa de ser investimento e vira um cassino“, ensina Buffett, celebrizado no mundo das finanças por um incrível bom senso que se transformou em fortuna.
E se isso é realmente verdade, apesar de tantas crises, o que teria acontecido com um investidor que tivesse em agosto de 2003 comprado uma carteira com 5 papeis, dividida em partes iguais:
. Bradesco
. CSN
. Petrobras
. Usiminas
. Vale
Estamos falando de um IBOVESPA que valorizou neste período 61.168% e uma carteira que valorizou 313.027%… NADA MAL… o que comprova que o nosso Buffett sabe exatamente o que fala.
Apesar da instabilidades e incertezas dos mercados internacionais, o IBOVESPA acabou fechando em alta de 0,19% com 59.075 pontos. Assista ao fechamento do mercado. Clique aqui AGORA. Não Perca ! ! !
Além disso, a retomada da tendência de alta ainda vai demorar”, diz analista e superintendente de renda variável do Banco Votorantim, Sr. Luiz Sedrani.
“O mercado é obrigado a repensar as suas estratégias e a maneira com que enxerga o crescimento econômico americano, brasileiro e mundial”, afirmou o analista em entrevista à InfoMoney. Clique Aqui AGORA e assista!
O pregão desta quarta-feira registrou um dia de ajustes, levando em consideração que o mercado acionário brasileiro esteve fechado na 2a e na 3a feira por causa do carnaval enquanto o pessimismo invadiu as principais bolsas internacionais desde o início desta semana.
As bolsas nos EUA, Europa e Ásia registraram forte queda nos últimos dias. Estes mercados foram influenciados por números abaixo das expectativas sobre a atividade nos serviços da economia norte-americana, o que aumentou os temores sobre uma possível recessão e afetou negativamente as negociações no mercado doméstico (consequência dos mercados globalizados). Nem mesmo a pequena alta registrada na Europa devido ao preço de alguns ativos mais atraentes, e a tentativa de recuperação nos EUA, apoiada em resultados
corporativos positivos e dados apontando maior produtividade do trabalhador impediram a queda do Ibovespa nesta quarta.
Desta forma, o índice recuou 3,5%, aos 58.896 pontos. O volume financeiro foi de R$ 4,34 bilhões. Vale lembrar que, devido ao feriado, o pregão de hoje teve duas horas a menos.
Clique na figura abaixo e veja as principais cotações desta 4a feira através do Home Broker da GRADUAL.
Após cinco anos de fartura no mercado acionário, os investidores se perguntam se ainda há fôlego para mais um ano de vacas gordas. 2008 começou com queda nas bolsas de todo o mundo e, na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), a desvalorização já soma 10,7%. Apesar dos números negativos, é consenso entre os analistas que ações continuam sendo ótimas opções de investimento no longo prazo, mas quem decidir aplicar seu dinheiro na Bolsa terá de ter muito mais sangue frio daqui pra frente para enfrentar as pedras que devem surgir no caminho. “Nunca houve tanta certeza de que teremos mais incerteza pela frente”, afirma o chefe da área de Pesquisa de uma corretora carioca.
Em relatório, o especialista destaca como fatores de risco o agravamento da crise hipotecária nos Estados Unidos, o aumento da inflação em diversos países - incluindo o Brasil - e a desaceleração no crescimento das economias da China e da Índia. Por outro lado, a expectativa de que o Brasil obtenha o grau de investimento ainda este ano e as perspectivas positivas para as empresas brasileiras – com o aumento do consumo interno – fazem com que as corretoras projetem uma valorização de até 33% para o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa), que fecharia o ano aos 85.000 pontos, nas avaliações mais otimistas. O resultado seria o triplo do retorno previsto para a renda fixa no período.
Mas quais são os papéis mais promissores da Bolsa? Para responder essa pergunta, encontramos uma pesquisa patrocinada pelo Portal EXAME, que consultou 15 instituições financeiras. Elas destacaram as ações com melhores expectativas para 2008. Os 10 papéis mais indicados você confere abaixo. Ações de empresas de consumo e bancos estão entre as mais atraentes, devendo ser beneficiadas pela expansão da renda e aumento do crédito. O setor de infra-estrutura, que cresce com o desenvolvimento da economia, também é apontado como boa opção.
1 - Petrobras (PETR4) - 12 indicações
O aumento dos investimentos da empresa para exploração e produção de petróleo, aliado à descoberta do campo de Tupi, traz boas perspectivas para a companhia. O preço do produto está em alta no mercado internacional e a demanda é crescente, puxada principalmente pelas economias asiáticas. Além disso, a descoberta de uma reserva de gás natural no Peru fortalece os negócios da companhia fora do Brasil.
Principal fator de risco: variação no preço do petróleo
2 - Vale do Rio Doce (VALE5) - 11 indicações
A perspectiva de aumento entre 30% e 50% no preço do minério de ferro em 2008 e a crescente demanda da China e da Índia devem manter a empresa na lista das mais rentáveis neste ano. As últimas aquisições garantiram à companhia maior poder de negociação e um portfólio diversificado de produtos.
Principal fator de risco: queda no preço das commodities
3 - Gerdau (GGBR4) - 8 indicações
O forte crescimento do setor imobiliário no Brasil favoreceu os negócios da companhia, que é grande fornecedora de aço para a construção civil. A crise das hipotecas teve efeito praticamente nulo nos negócios da empresa nos Estados Unidos, já que apenas 5% de suas vendas no país são destinadas ao setor residencial.
Principal fator de risco: variação no preço das commodities e redução da demanda interna
4 - Bradesco (BBDC4) - 6 indicações
2008 deve ser mais um ano de forte expansão do crédito, que pelas contas dos analistas pode ultrapassar a casa dos 20%. As perspectivas de taxa de juros estáveis – ou até mesmo crescentes, dependendo da inflação – devem garantir bons lucros aos bancos. Além de uma ampla carteira de crédito, o Bradesco conta com um portfólio de produtos de seguros, previdência e capitalização, responsável por 30% de seu lucro e que garante a diversificação das fontes de receita.
Principal fator de risco: piora na conjuntura econômica
5 - CPFL Energia (CPFE3) - 6 indicações
A companhia atende a consumidores do interior de São Paulo, região que cresce a taxas elevadas e mantém alta renda per capta. Com novos investimentos em geração e distribuição de energia, a expectativa é de que a empresa mantenha sua rentabilidade na faixa de 35% ao ano, mesmo com uma possível revisão negativa em suas tarifas.
Principal fator de risco: redução nas tarifas
6 - ALL – América Latina Logística (ALLL11) - 5 indicações
As más condições de conservação das estradas brasileiras e as perspectivas de bom desempenho para o setor agrícola nos próximos meses colocaram a ALL na lista das ações preferidas das corretoras. A companhia investiu forte na ampliação de sua área de atuação ao assumir o controle da Brasil Ferrovias, em maio de 2006. Com a operação, a ALL, que já detinha a concessão de ferrovias nas regiões sul e sudeste e parte da Argentina, passou a operar também a rede ferroviária do centro-oeste do país.
Principal fator de risco: redução na demanda
7 - Perdigão (PRGA3) - 5 indicações
O aumento da demanda mundial por carnes, decorrente do crescimento da população, deve impulsionar os negócios da Perdigão, que já superou as perdas geradas pela gripe aviária de 2006. A empresa também é beneficiada pelo aumento nos níveis de emprego e renda, que impulsionam o consumo interno. Sua política agressiva de aquisições – recentemente a empresa comprou a Eleva, depois de já ter levado a Batávia – é outro ponto positivo apontado pelos analistas.
Principal fator de risco: inflação
8 - Cemig (CMIG4) - 4 indicações
O aumento nos preços da energia elétrica, a forte demanda e o temor de um novo racionamento criaram um cenário favorável às geradoras no Brasil. Segundo os analistas, dentre as companhias do setor, a Cemig é uma das que apresenta maior oportunidade de ganhos, já que suas ações estão cotadas a um valor bastante abaixo de seu preço justo. Sua política de investimentos e a administração livre de pressões políticas – apesar de se tratar de uma empresa mista – são apontadas como vantagens da empresa sobre a concorrência.
Principal fator de risco: redução nas tarifas
9 - Telesp (TLPP4) - 4 indicações
Apesar da tendência de queda nos ganhos em função da redução no tráfego de voz, a empresa continua sendo fortemente recomendada pelas corretoras, que consideram seu atual preço na Bolsa atraente. Além disso, a companhia é considerada uma das melhores pagadoras de dividendos no Brasil.
Principal fator de risco: reestruturação do setor
10 - Ambev (AMBV4) - 4 indicações
O incremento na renda da população brasileira também vem elevando as vendas da Ambev. Apesar de atuar num mercado já considerado maduro, a empresa tem registrado crescimento não só em decorrência da alta na demanda interna, mas também devido ao aumento nas margens de lucros das operações na América do Norte. As ações da companhia são bastante indicadas em momentos de grande instabilidade na Bolsa devido ao seu perfil defensivo – caem menos que a média do mercado.
Principal fator de risco: inflação
Na tabela abaixo fica muito bem exemplificado que o “preço alvo” mínimo e máximo para as 10 ações sugeridas pelos analistas acima versus as sua próprias cotações de fechamento no último pregão antes do Carnaval (01/02/2008-sexta-feira) refletem um potencial de up side que varia de 46% até 107% no horizonte de até 31/12/2008.
clique na figura para amplia-la:
Bons Investimentos, Boa Semana e um BOM BRASIL para TODOS.
O video abaixo ilustra um excelente caminho de como entrar na BOVESPA…
O pregão de 5ª feira dia 24/01/2008, último desta semana, fechou mais uma vez de bom humor. Finalmente as boas noticiais vieram de onde a tempestade está localizada. Os rumores sobre um plano de ajuda às seguradoras de bônus dos EUA, pela manhã, e o anúncio do acordo entre a Casa Branca e o Congresso norte-americano sobre o plano de estímulo econômico, levaram a uma forte recuperação das bolsas européias e brasileira.
Internamente também tivemos excelentes sinais que ratificam a força dos nossos fundamentos. A taxa de desemprego, medida pelo IBGE apresentou sua menor taxa desde março de 2002, em contraste com um IPCA-15 de 0,7% frente às expectativas de 0,3%. Os destaques ficaram por conta das ações da petrolífera e da mineradora que cresceram respectivamente 7,8% e 11,4%. O IBOVESPA fechou o pregão em alta de 5,95% aos 57.463 pontos com um volume de R$ 6,39 bilhões.
RESUMO DO MERCADO:
O IBOVESPA fechou o pregão de 5a feira com uma alta de quase 6%. Na semana registrou uma perda de 0,1%, no mês perdeu 10,1% e se contarmos 52 semanas para trás, continua ganhando 28,6%. Nestas mesmas 52 semanas, atingiu um mínimo de 41.117 pontos e a máxima de 66.528, que representa uma oscilação de 62%.
O número de investidores individuais no home broker (compra de ação diretamente pela Internet) dobrou no ano passado. E a rentabilidade da bolsa também! 43,6% acumulada nos 12 meses além de ter batido 43 recordes! Estes números fecham o ano com 404 empresas listadas num valor total de R$ 2,5 Trilhões.
Em especial, o home broker fechou o ano com 456.557 pessoas registradas, para 219.634 em 2006, distribuídas nas 57 corretoras em todo o Brasil. O mais interessante é que aproximadamente 100 mil pessoas entraram no apagar das luzes, ou seja, em dezembro. A média mensal de usuários negociando no home broker também cresceu 117% para aproximadamente 136.000 usuários. No mês de dezembro o volume do home broker representou 9,53% do volume total movimentado pela BOVESPA.
Outro indicador muito interessante que mostra o aumento do interesse das Pessoas Físicas pela bolsa foi o crescimento dos clubes de ações, com recorde de mais de 600 carteiras criadas no ano. No total, até 28 de dezembro, havia 2.160 clubes registrados na BOVESPA com aproximadamente 154 mil cotistas.
Nada mal né? Pois então… o que você está esperando?
Conforme solicitado pela Corretora Ágora a mim através de notificação extrajudicial datada de 17 de dezembro de 2007, e também com a finalidade de evitar qualquer possibilidade de prejudicar a imagem da mesma, casa na qual trabalhei e onde tive o orgulho de liderar durante 12 meses o projeto de varejo,…
…e da qual inclusive ainda sou cliente, estou retirando do ar a imagem que ilustrava didaticamente ao internauta leitor do meu blog o fato de haver encontrado, em determinado momento do dia, indisponível o site da Corretora no lançamento das ações da BOVESPA, dia em que os serviços eletrônicos para todas as corretoras receberam uma demanda certamente exagerada. Na ocasião, inclusive, essa indisponibilidade me impediu de utilizar os serviços de Home Broker e fui obrigado a usar o telefone da mesa de operações para realizar as reservas do lançamento das ações da Bovespa. Aparentemente, de acordo com a explicação da Corretora, tal ocorrência foi pontual e não houve sobrecarga dos servidores da Ágora.
Gostaria de esclarecer que este blog tem o objetivo de simplesmente informar o mercado, não assumindo qualquer papel consultivo ou de orientação direta aos investidores. Ao usar a imagem da tela com a informação disponibilizada naquele momento pela própria Ágora, buscava apenas demonstrar a grande demanda que ocorria naquele momento em todo o mercado, com os recursos que estavam à mão, por estar naquele momento, como cliente, acessando o site da Corretora. Neste sentido, aliás, aproveito para confirmar a confiança na qualidade excepcional dos serviços da Ágora, da qual continuo e certamente continuarei cliente.
Clique abaixo e conheça o comunicado da Ágora:
Em resumo, não tive qualquer intenção de ferir ninguém, muito menos a Ágora, de cuja equipe me orgulho de ter feito parte e da qual ainda me orgulho de ser cliente.
• Gigantes petroquímicos – Petrobras se associa a Unipar e eleva a fatia na Brakem, que vira a 3ª maior petroquímica das Américas;
• Ações da Braskem sobem 6,5% na BOVESPA e as da Unipar avançam 4,3%;
• Ações da BM&F sobem 22% na estréia na Bolsa. Seu IPO atingiu R$ 5,9 Bi, a 2ª operacao do gênero no Brasil, só perdendo para a da BOVESPA Holding que fez aproximadamente R$ 6,6 Bi…
• Nesta 6ª passada a Bovespa subiu 1,37% e voltou a bater mais uma vez a barreira dos 63 mil pontos;
• Dólar e Risco Brasil caem significativamente.
Depois de tudo isso… vale dar uma olhada no gráfico de evolução da BOVESPA YTD (year to date)… NOT BAD… sai abaixo dos 45 mil pontos e chega aos seus 63 mil! Mais de 40% de LUCRO!
Agora me diz… está esperando o quê para começar a fazer a sua poupança de longo prazo?